A COZINHEIRA

Camila Mila. Dezoito anos. Rio de Janeiro. Cursa Sistemas na UNIRIO e Comunicação na UFRJ. Nascisista ao quadrado. Contraditória. Cética; mas acredita no poder do amor e do álcool. Aprecia a verdadeira arte e quer ter um Vermeer. Se pudesse desejar qualquer coisa antes de morrer, seria ver o caso de Jack o Estripador fechado. Assiste ao Big Brother e ao João Kléber. Entende de matemática, mas é um zero à esquerda em biologia. Morre de medo de aranhas. Odeia micro$hit e telefone fixo. Não suporta lasanha. Gosta de coisas simples. Tem uma teoria pra tudo.


OUTROS PRATOS

NiTatáRobsPatyLJCidMari ECOTostesAline PrudencePatrícia ECO


O PRATO

O Arroz com brócolis foi criado no dia 27.02.05, fruto de minha total falta do que fazer. O layout foi feito por mim, por isso pode falar mal sem ficar acanhado. Os textos também são meus, salvo quando eu digo a fonte no final, então, mais uma vez, esculhachos são mais do que bem vindos.

Get Firefox!


ARQUIVOS

• 01/05/2005 a 07/05/2005
• 17/04/2005 a 23/04/2005
• 27/03/2005 a 02/04/2005
• 20/03/2005 a 26/03/2005
• 13/03/2005 a 19/03/2005
• 27/02/2005 a 05/03/2005



who links here?

And weeeeee!
Oh my god! There was this guy and he came over and he was like "Weeeeeee!"
Oh my god! I went over to my mom and she'd be like "Weeeeeee!"
That's so funny. Cause I went home and I said "Hey dad, weeeeeeee!"
Oh my god! There was this guy and he goes, "Hey, I gotta knine". And I go "Weeeeeee!"
Yo, went up to a thug gangster and he was like "yo, motherfucker "Weeeeeee!"
Yo, I saw Ar-Two-Dee-Two on the street and he was like "Weeeeeee!"
"Bleeep!"
Yo, I saw this kid in a wheelchair going over a hill really fast and he was like "Weeeeeee!"
Yo, I was watching a movie theater and this guy, he was like "Oh, I got popcorn"
And I was like, "Oh my god, weeeeeeeee!"
When you're a kid and ya wanna go "weee!" but you ain't got drugs yet...
You hold out for your life
Hold on to your little gonads... and strife.
Gonads and strife, gonads and strife, gonads and strife
Gonads and strife, gonads and strife, gonads and strife
Gonads and strife, gonads and strife, gonads and strife
Gonads and strife, gonads and strife, gonads and strife
Gonads is the lightning!
Gonads is the rain! Weeeeeeee!
Yo, I saw a squirrel run across the street and he didn't get hit by a car so he was like "weeeeee!"


Se todos fizessem Weee mais vezes durante a vida, o mundo seria mais feliz!
E o esquilo concorda!

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O que fazer quando se percebe que as coisas tomam um rumo diferente do que você gostaria que elas tomassem? Quer dizer... não sei se diferente é a palavra certa.
Retomando: O que fazer quando as coisas simplesmente não tomam rumo algum?
Houve um tempo em que tudo parecia tão claro - ao menos, para mim. E eu era feliz por isso.
Não que eu não seja mais feliz; mas parece que falta alguma coisa. Parece que essência se perdeu, e só ficou um espectro do que um dia foi.

Como é que você pôde se perder de mim
Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu

Esse blog não foi criado para falar da minha vida pessoal; acho que já faço isso o suficiente no meu fotolog.
Mas há vezes em que eu não consigo deixar de ser transparente. Apenas.
Isso é um pseudo desabafo, com um quê de recado... se o destinatário vai ler ou não, é uma incógnita. E não sei se isso me deixa desapontada ou aliviada. Ou um pouco dos dois.

Mas queria ser ouvida. Como numa mensagem subliminar, que se faz entender sem ser explícita.

(Pelo menos você costumava entender, mesmo quando minhas palavras pareciam deixar ainda mais dúvidas àqueles que as liam do que se elas nunca tivessem sido escritas. Será que isso mudou?)



tô cansado de esperar que você me carregue

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- Vinte e dois de fevereiro.... vinte e dois, zero dois. São dois patinhos na lagoa, um ovinho de patinho e outro patinho.
- Não... é um patinho comendo o outro e um terceiro batendo punheta atrás de uma pedra.

Eu acho minhas conversas filosóficas ao telefone o máximo.

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Outro dia, aconteceu um fato estranho. Na verdade, foi algo deveras rotineiro, mas que por alguma razão fez surgir um sentimento, esse sim, estranho, em mim.

Eu derrubei o vidro de algodão no chão. Ele estava dentro do armário e, quando eu fui puxar o secador, bati nele, que caiu e quebrou.
Encarei aquela cena por alguns instantes, como se meu cérebro ainda processasse o que houvera acabado de acontecer.
E então me bateu uma culpa. Um remorso por não ter prestado atenção no que estava fazendo. Um desejo de que tudo aquilo fosse um sonho.

Foi quando percebi que aquele não era um simples pote de vidro; ele havia guardado nosso algodão durante muitos anos - no mínimo dez, pelo que me recordo.
Tentei lembrar de uma época em que ele não tivesse desempenhado essa tarefa, mas foi em vão. Desde a primeira lembrança que tenho de algodões, o pote estava lá.

E me dei conta do que estava fazendo: juntando os cacos que ainda restavam em cima do tapete do banheiro, levando-os para a lixeira.
Começava a contagem regressiva, eram os últimos momentos em que eu veria aquele objeto que estivera em minha vida por tanto tempo.

Pensei em como guardaríamos nossos algodões dali pra frente, e se outro pote faria isso tão bem quanto aquele que estava, agora, espatifado em minha frente o fizera.
Era difícil me desprender, difícil dizer adeus, mas eu sabia que não podia fazer mais nada.

Foi quando tive um idéia. Vim em meu quarto, peguei a câmera.
E tirei uma foto dos cacos, pra ter certeza de que não me esqueceria jamais daquela imagem.

E virei as costas, caminhei em direção ao meu quarto novamente e sentei ao computador.

Estava triste.

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Eu podia estar fazendo tanta coisa.
Mas estou aqui, pensando em você.

Em como queria que você também estivesse pensando em mim; em como - quase - tudo podia ser perfeito.

E, se podia, por que não é?

[...]

Vamos fugir.

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De quem era mesmo a teoria de que algo não acontece de verdade até que as pessoas passem a história adiante?

Lembro até que minha professora de Teoria da Comunicação II deu o exemplo de quando você recebe a notícia da morte de um ente querido, mas ele só morre de fato na sua cabeça quando você conta pra mais alguém.

Bom, quem pensou isso não vem ao caso.
O importante é que, até eu contar sobre a existência desse blog pras pessoas, pasmem: ele não existe!

=O
Botei até carinha pra ilustrar, viram?

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Ouvi no rádio quando estava vindo pra UNIRIO e, assim que cheguei, fui olhar no Globo Online:

(sobre fraudes no programa Bolsa Família)
No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, usado como referência pelo estudo, há 47 homens que estariam grávidos e 17 pessoas com idades entre dois e seis anos que estariam amamentando. No estado, 487.281 famílias recebem o programa, o equivalente a 1,67 milhão de beneficiários. O teste de consistência dos beneficiários também aponta problemas como falta de endereços e dos nomes das mães, 54 pessoas com mais de 110 anos de idade e crianças com menos de 1 ano que teriam completado a 4ª série. Os dados serão enviados às prefeituras na semana que vem para que elas atualizem a base cadastral.

Para ler a piada, digo, notícia na íntegra, clique aqui.
E, aproveitando o embalo, leiam também a notícia da "quero-ser-Nazaré", na mesma seção.

É pra rir ou pra chorar?

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Yet another blog.
Mas prometo fazer desse um pouco mais do que apenas rabiscos diários de minha vida pacata.

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